UnblockPay se prepara para se tornar SPSAV e mira nova infraestrutura global de pagamentos e câmbio

Fintech se apoia em stablecoins para reduzir custos de remessas internacionais em até 80% e conectar trilhos financeiros globais com liquidação quase instantânea

O amadurecimento do marco regulatório de ativos virtuais no Brasil marca uma inflexão estrutural no mercado de câmbio e pagamentos internacionais. Nesse contexto, a UnblockPay, infraestrutura de pagamentos baseada em stablecoins, avança em seu plano para se tornar uma Sociedade Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais (SPSAV), sob supervisão do Banco Central do Brasil (Bacen).

Mais do que a obtenção de uma licença, a estratégia da empresa é se posicionar como uma camada de infraestrutura que conecta o sistema financeiro tradicional a novas redes de liquidação digital. O objetivo é permitir que bancos, fintechs e instituições de pagamento modernizem suas operações internacionais sem assumir, internamente, a complexidade regulatória, tecnológica e operacional desse novo modelo.

Da regulação à infraestrutura

Com o avanço das diretrizes do Bacen para o mercado de ativos virtuais, a figura da SPSAV passa a ser central, e obrigatória, para empresas que operam com ativos digitais. Esse modelo regula a atuação de players que conectam fluxos de câmbio, liquidações internacionais e infraestruturas baseadas em blockchain.

“A estrutura de SPSAV cria o ambiente necessário para que instituições financeiras adotem novas tecnologias com segurança jurídica e previsibilidade operacional, com regras jurídicas e contábeis claras”, afirma Lucca Freire, CEO e cofundador da UnblockPay.

Ao estruturar sua operação nesse modelo, a empresa busca oferecer uma camada regulada que abstrai a complexidade envolvida no uso de ativos digitais, permitindo que instituições tradicionais acessem novos trilhos de liquidação de forma transparente e em conformidade.

A lógica do “Pix global”

A UnblockPay parte da premissa de que os pagamentos internacionais seguirão a mesma trajetória observada no Brasil com o Pix: velocidade, transparência e baixo custo deixarão de ser diferenciais para se tornarem padrão.

Nesse cenário, a empresa se posiciona como uma camada quase invisível, porém fundamental,  da nova infraestrutura financeira global, conectando o sistema financeiro tradicional à blockchain.

“O futuro do câmbio e das remessas internacionais será definido por infraestruturas que combinam eficiência operacional, conformidade regulatória, junto com experiência fluida e intermitente. É nesse espaço que estamos construindo”, conclui Freire.

Sobre a UnblockPay

A UnblockPay é uma provedora de infraestrutura de pagamentos internacionais que utiliza stablecoins para aumentar a eficiência do câmbio global. Atuando com um modelo B2B2B ou B2B2C, a fintech possibilita que bancos e agentes de câmbio, corretoras e outras instituições financeiras possam modernizar suas operações de FX, através de stablecoins. Clientes passam a mover dinheiro para usuários finais, seja Pessoa Física ou Jurídica, por meio de integração de APIs de pagamentos ou via dashboard, sem haver a necessidade de desenvolvimento de códigos. 

Em seu primeiro ano de vida, já possui mais de 40 clientes, incluindo líderes de mercado como o Mercado Bitcoin. Atualmente, a Unblock tem conexões com pagamentos na América Latina, Estados Unidos e Europa, e com planos de expansão a Ásia.

 

Mais informações: www.unblockpay.com 

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