Coronavírus apresenta taxa de mortalidade no Brasil de 40 pessoas a cada 100.000 habitantes | Contei

No Reino Unido, pesquisadores da Public Health England, mostraram que uma única dose da vacina Pfizer ou AstraZeneca reduz o risco de uma pessoa de transmissão pela metade. A possibilidade de uma terceira dose tem virado polêmica política em alguns países. Nos Estados Unidos, a ideia é revacinar a população estadunidense até o final do ano corrente. Já no Chile, na capital Santiago, na campanha da Covid-19 foi visto como golpe de nível socioeconômico, onde famílias com suas residências superlotadas, com falta de assistencialismo de saúde básica foi o grupo mais atingido na pandemia. Pesquisadores da Escola de Saúde Pública de Harvard, em Boston, Massachusetts, chegaram à conclusão de que, no Chile, as regiões de baixa renda apresentavam um quarto dos leitos das unidades hospitalares por 10.000 habitantes do que as áreas alto poder aquisitivo. Conforme dados da BBC News Brasil em Londres, o Brasil possui 2,7% da população do planeta onde concentra 30% das mortes pela doença no mundo inteiro.

Atualmente é levantando uma dúvida no que diz respeito ao país que lidera os casos de Covid-19. O jornal britânico Financial Times coletou dados em mais de 60 países, dentre esses os registros de cartórios brasileiros. O Peru lidera com 122% de mortes. O Brasil ocupa a nona posição, com 34% mais mortes do que o esperado. Conforme o Ministério da Saúde, o Brasil tem mais de 70,3 milhões de doses aplicadas. Foi investido pelo Governo R$ 29,9 bilhões para a compra de vacinas. O sistema aguarda mais de 600 milhões de doses até o fim do ano, após acordos fechados com diferentes laboratórios. Muitos estudiosos apontam que se têm ampliado em diversos países, os esquemas de que a imunização não protegem para sempre. Mas o apetite da Big Pharma por lucros tem dificultado um debate plausível e coerente de como agir nessa situação. A grande indústria farmacêutica tem como prioridade oferecer suas vacinas para países mais ricos, a preços elevados onde, cada custo equivale uma refeição. Já nos países de baixa renda, apenas a preço de custo.

Se difícil dizer com certeza a situação em que a população está exposta e onde tudo isso vai parar. Muitos acham que vacina é a solução. Por falta de conhecimento passam pelo entendimento de que Vacinação é a solução e precaução de todas as doenças.

“Atraímos aquilo em que vibramos”, diz Jeferson Molina que é embaixador internacional

“Atraímos aquilo em que vibramos”, diz Jeferson Molina que é embaixador internacional

 

O sistema imunológico do corpo responde a uma infecção, nem sempre está clara por quanto tempo a imunidade que se desenvolve irá persistir. A Covid-19 é uma doença muito nova, e os cientistas ainda estão descobrindo precisamente como o corpo se defende do vírus. Ele protege da invasão de microrganismos patogênicos e diversas doenças crônicas. A imunidade também é o estado de proteção contra doenças infecciosas.

  “A falta dos bons hábitos e do estilo de vida tem sido um dos agentes causadores da queda de imunidade. Os efeitos da atividade física no sistema imunológico dependem fortemente do modo e da intensidade do exercício ou treinamento. O exercício regular é um quesito de extrema importância para o estilo de vida e para a prevenção principal doenças crônicas. O sono exerce influência direta na manutenção da imunidade e na resposta imunológica. As alterações do ritmo circadiano, associadas aos problemas psicológicos impostos pela pandemia da Covid-19, comprometem a qualidade do sono e, consequentemente, o sistema imunológico”. Esse é o ponto de vista de Jeferson Insauralde Molina, Embaixador Internacional que, além de profissional especialista possui expertise em longevidade e estilo de vida.

“Atraímos aquilo em que vibramos”, diz Jeferson Molina que é embaixador internacional

“Atraímos aquilo em que vibramos”, diz Jeferson Molina que é embaixador internacional

 

  A grande verdade é que, embora haja necessidade de manejo de casos de uma doença nova, há por trás disso um mundo cercado de incertezas, onde milhares de pessoas criam expectativas de cura, onde a queda do impacto emocional e a falta de estilo de vida estão diretamente associadas a quadros de estresse, depressão e ansiedade, resultando em licenças e afastamentos de seus trabalhos e conseqüentemente causando doença crônica na população amostra. “É preciso parar e refletirmos em nossas vidas, mesmo após a pandemia, e no cuidado à nossa casa/nosso corpo/ nossa vida”, destaca Molina. É preciso que a população pare e pense com consciência, aferir as novas estratégias de prevenir e promover Saúde, minimizar o sofrimento humano, viabilizando um novo olhar sobre o cuidado e a humanização, e contribuindo para um futuro melhor, pleno.

“Atraímos aquilo em que vibramos”, diz Jeferson Molina que é embaixador internacional

“Atraímos aquilo em que vibramos”, diz Jeferson Molina que é embaixador internacional

 

Pesquisa publicada no jornal Genetic Epidemiology, mostra que a mutação também carrega mais transmissibilidade e maiores taxas de infeção, o que aumenta as preocupações da comunidade cientifica. A Universidade de Harvard, e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos aponta que a variante gama, mais uma mutação da Covid-19, está ligada ao aumento da mortalidade, sendo mais contagiosa e mortal.

“Atraímos aquilo em que vibramos”, diz Jeferson Molina que é embaixador internacional

“Atraímos aquilo em que vibramos”, diz Jeferson Molina que é embaixador internacional