Filho do Mr. Catra, Juninho FSF se inspira nas Meninas Super Poderosas para lançar sua nova música “Vai No Chão Menina” | Contei

Quem teve sua infância marcada pelos desenhos animados com certeza lembra das “Meninas Super Poderosas”. As três garotinhas que se tornaram febre na década de 90, com a missão de salvar o mundo antes da hora de dormir, cresceram e se tornaram inspiração para a nova música de Juninho FSF, “Vai No Chão Menina”, que será lançada em single e vídeo nesta quinta-feira, 25. Açúcar, tempero e tudo que há de bom, os ingrediente que criaram as personagens da animação, ganharam uma boa pitada de funk para criar uma canção que exalta o empoderamento feminino, traz batida ideal para coreografias e conta com a participação especial das DJs Vick, Nath e Jéssica Salty.

“A Menina Super poderosa cresceu e se tornou a mulher empoderada de hoje, que não depende de nada e não espera por ninguém para correr atrás dos sonhos dela. E que não se define pelos rótulos que a sociedade impõe. Uma mulher, original, que tem todos os direitos e força para conquistar tudo. E eu acredito muito nessa música, que foi surgindo como um funk bem dentro do que eu já costumo fazer mesmo. E na hora de gravar o clipe, nós tivemos a ideia de colocar três Djs mulheres, que são minhas amigas, já que a música se inspira no empoderamento feminino. E a partir daí também veio isso de fazer essa brincadeira bem legal com um desenho que eu assistia muito na infância. Eu gostava muito do Macaco Louco e do Professor”, explica Juninho.

“Vai No Chão Menina” é uma grande aposta do funkeiro que além de cantar, também assina a composição da canção e já somam grandes números na internet com outros grandes sucessos, como “Rebola e Joga”. Toda a confiança, aliás, não é de se admirar, já que Juninho teve um ótimo professor em casa. Isso porque o funkeiro é filho adotivo de um dos maiores nomes do funk, o saudoso Mr. Catra. “Na minha opinião meu pai é insubstituível. Tínhamos uma relação de muito amor, amizade e confiança. Me recordo da Humildade que ele tinha, que permitia ele ser muito igual com todos os tipos de pessoas sem preferência”, concluiu emocionado.

Clipe: