Vou ali gravar uma publi | Contei

Os novos mercados dominados pelo mundo digital narrados pela digital influencer e empresária Talita Bazilio

Que o mundo mudou a gente já está mais que careca de saber, mas que a internet cada vez se supera mais, nunca fica velho. A infinidade de possibilidades nas mãos dos digital influencers, cada vez cresce mais na lista, podendo hoje trabalhar com todas as ferramentas clássicas das redes sociais. Esse é o caso das publicidades feitas nos stories do Instagram, carinhosamente apelidadas de “publis”, sendo esse é o meio de renda de muita gente online. Como parte desse mundo, a empresária e influenciadora Talita Bazilio divide um pouco da sua experiência no mundo por detrás da tela do telefone.

“Parcerias, publicações, tudo isso faz parte do meu dia a dia, já está normal. Como eu tenho a loja, às vezes outras marcas me procuram por troca de marketing e por aí vai. O que muitas pessoas não entendem é que esse é o meu trabalho, e fazem pouco caso.”

A influencer é dona de um canal no YouTube, uma loja de moda feminina e maquiagem na Barra da Tijuca (Zona Oeste do Rio de Janeiro) e 31 mil seguidores no Instagram.

“Foi tudo muito orgânico, eu nunca pensei em ser de fato uma influenciadora, mas sempre tive a vontade de ser reconhecida pelo meu trabalho. Eu venho de uma família muito simples, mas muito batalhadora, o que me foi ensinado é que para as coisas funcionarem, temos que ralar.”

Para a jovem mãe e esposa, isso tudo é só o começo.

“A meta maior é em aproximadamente cinco anos estar morando fora do Brasil, acho que essa é a vontade principal. Se isso não acontecer vamos pra outra meta principal que é estar com uma rede de lojas. O que vier pra mim, vou abraçar.”

Talita diz também querer ser um bom exemplo para as pessoas que acompanham sua carreira através das redes sociais. Tendo já passado por muitas críticas por ter tido sua primeira filha na adolescência, a empresária tenta sempre passar uma perspectiva positiva de que as coisas podem dar certo se a pessoa lutar por isso.

“Gostaria de ser alguém que as pessoas tenham como referencial de possibilidades. Algo como “se a Talita conseguiu, porque eu não conseguiria ? Preciso tentar como ela tentou” afinal, tudo é possível.” – Finaliza.