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Corcovado, de Tom Jobim, ganha mais uma versão

Corcovado, de Tom Jobim, ganha mais uma versão

A canção de Tom Jobim, ganha nova versão em inglês e é apresentada como “Quiet Nights” pela cantora norte-americana Alexandra Jackson

A faixa conta com o trompete de Miles Davis e aparições de lendas vivas, como Ivan Lins, Robertinho Silva e o produtor de faixas Larry Williams.

A versão foi denominada pelo icônico cantor compositor brasileiro, Ivan Lins, como “total music”: uma mistura de jazz e músicas brasileira, étnicas, instrumentais, cantadas, completamente modernas”.

Quiet Nights: nova roupagem de “Corcovado”

Alexandra Jackson durante entrevista na CNN

A canção da Bossa Nova escrita por Antônio Carlos Jobim em 1960 é aclamada por todos, ganhando hoje a nomeação de um padrão de jazz.

O título em Língua Portuguesa se refere ao Morro do Corcovado, no Rio de Janeiro. Entre os artistas que gravaram essa música estão João Gilberto (1960), Cannonball Adderley (1962), Astrud Gilberto (1963), Sergio Mendes e Bossa Rio (1964), Doris Day e Henry Mancini (1965), Frank Sinatra e Antônio Carlos Jobim ( 1967), Elis Regina e Antonio Carlos Jobim (1974), Ella Fitzgerald (1981), Art Garfunkel e Queen Latifah (2007), Diana Krall (2009) e Andrea Bocelli com Nelly Furtado (2013).

Nessa versão 2018 tem como ficha técnica Alexandra Jackson no vocal, Jessé Sadoc  no trompete, João Castilho na guitarra, André Siqueira na percussão, Marco Brito no piano, David Feldman no teclado, Marcelo Mariano no baixo e Teo Lima na bateria.

O álbum “Alexandra Jackson: Legacy & Alchemy”

Lançado em abril, no Teatro Rival (Rio de Janeiro), o CD duplo com a voz da cantora norte-americana já conquistou diversas nomeações em apenas cinco meses.

Além do destaque no top 20 da Billboard, na Europa e no próprio Brasil, ainda está em 26 estações de rádio dos Estados Unidos e ganhou o status de “marco” de diversos acontecimentos.

Um deles é a comemoração do aniversário da Bossa Nova, assim como o Dia Internacional do Jazz.

Com isso, mais de 20 países já esperam para receber o show, entre eles Japão, Alemanha, China, México e Canadá. Seja no Google Play, Spotify, no YouTube, nas mais de 25 frequências AM e FM, o projeto chega ao patamar que almejava: homenagear o legado de grandes ícones da música.

“Quando Jazz, Blues e Soul se fundem ao Samba e Bossa Nova e vice-versa, essa mistura só fica mais rica”, finaliza Alexandra Jackson.

Serviço:

Legacy and Alchemy – www.legacyandalchemy.com

Cantora Alexandra Jackson leva música brasileira à CNN dos Estados Unidos

Cantora Alexandra Jackson leva música brasileira à CNN dos Estados Unidos

O álbum “Alexandra Jackson – Legacy and Alchemy” explode nas paradas de sucesso do mundo todo!

Na última semana, a cantora Alexandra Jackson foi uma das entrevistadas da CNN norte-americana, também com tradução e veiculação na CNN da Europa.

Durante a gravação para a CNN

Ela é a “voz” de um projeto audacioso, da Legacy and Alchemy, onde as músicas brasileiras e dos Estados Unidos se fundem.

Para conferir a versão espanhola, clique aqui: https://cnnespanol.cnn.com/video/bossa-nova-atlanta-alexandra-jackson-vision-orig-digital-pkg/

Jazz, Soul, Pop, Samba e Funk brasileiros e americanos se entrelaçam  em Legacy & Alchemy

“Ao prestarmos homenagem, estamos forjando um caminho adiante”, explica Robert Hebert, a força motriz por trás de um esforço de três anos para chegar ao resultado de um projeto em que a música brasileira e americana se encontram.

Ao contemplar os grandes nomes dos dois países e traçando as histórias compartilhadas, “Alexandra Jackson: Legacy & Alchemy” transforma a complexidade esquecida da música popular há décadas em um álbum de estreia contemporâneo para a nova cantora internacional Alexandra Jackson.

A artista pode ser nova para a cena, mas ela está nos ombros de gigantes, muitos dos quais fazem uma aparição no álbum.

O projeto pode se orgulhar ao dizer que possui a última gravação da formidável Dona Ivone Lara, que nos deixou no início de abril.

“É difícil exagerar seu legado, com toda a sua tenacidade e criatividade. Ela foi inovadora”, explica Hebert.

Sua contribuição ao samba é homenageada em “Sonho Meu” e “Força de Imaginação”, que também apresentam uma das estrelas em ascensão do samba, Pretinho da Serrinha, além de Alexandra.

Essas faixas conquistaram elogios e entusiasmo no Brasil, que sabe da importância de suas canções para a herança musical.

“A importância de Dona Ivone Lara e o respeito que estamos pagando por seu legado conquistaram muita atenção da mídia brasileira. Parece um grande elogio ao projeto ”, diz Hebert.

Um álbum onde Brasil e Estados Unidos “conversam”

O lado americano da equação alquímica é igualmente impressionante.

Al Jarreau se juntou ao projeto dando unidade ao entendimento mútuo, enquanto “All One”, composta por Oscar e Lorraine Castro-Neves já chegou ao posto de 17ª canção mais ouvida da Billboard.

Sendo assim, também marca história, pois foi sua última gravação em estúdio.

Alexandra Jackson e o CEO Robert Hebert

“Al sempre abordou todas as músicas exigindo a perfeição de todos os envolvidos, do letrista às suas próprias tomadas”, diz Hebert.

Essa paixão é comprovada em sua performance final, que presta homenagem tanto à arte de Jarreau, quanto ao seu status de estrela no Brasil.

Outros ícones se cruzam em Legacy & Alchemy, de formas que apontam para os laços atuais entre Jazz, Soul americano e Samba brasileiro, Bossa Nova e outros estilos.

Miles Davis estava em fase de produção com Ivan Lins quando também nos deixou.

Por isso, Lins é um dos principais contribuintes do álbum, como uma homenagem tardia a Miles, se juntando ao “Corcovado” que reproduz uma gravação de Miles dos anos 60.

Logicamente, é enriquecida com a voz distinta de Antonio Carlos Jobim de uma gravação de décadas atrás, assim com os vocais distintivos de Ivan Lins e Alexandra Jackson, mantendo o alinhamento do Português ao Inglês.

Esses artistas são acompanhados por uma orquestra brasileira e uma seção rítmica do “Hall of Fame”, ambos sob a orientação do brilhante Larry Williams.

Juntos, eles magicamente trazem tudo para o dia presente.

Os co-produtores de álbuns Hebert e Williams juntam forças em uma composição de obra de Carlinhos Brown: “Veleiros Negros”, que Alexandra canta acompanhada pelos melhores músicos brasileiros e norte-americanos.

São eles Paulo Calasans, Teo Lima, Arthur Maia, João Castilho, André Siqueira e o vocalista americano Curtis King.

O ícone Carlinhos Brown é apresentado em outra música do álbum, mas ofereceu uma composição visionária ao projeto, em que Williams e os músicos mestres reúnem a África, o Brasil, o Jazz e o Blues americanos de forma sinérgica.

Por fim, a cantora é o fio que liga a complexa tapeçaria. Alexandra dominou a elegância das letras do Português brasileiro e habitou a esperança das músicas em Inglês.

Sua voz dá suporte aos mais experientes do projeto, sabendo brilhar nos momentos certos e dando espaço para todos.

“Há um enorme caldeirão de música no mundo hoje e eu quero convidar as pessoas a mergulharem nele”, instiga a cantora.

E finaliza: “Quando Jazz, Blues e Soul se fundem ao Samba e Bossa Nova e vice-versa, essa mistura só fica mais rica”.

Serviço:

Legacy and Alchemy – www.legacyandalchemy.com

 

Legacy and Alchemy comemora a riqueza da música brasileira com projeto inédito

Legacy and Alchemy comemora a riqueza da música brasileira com projeto inédito

Com 18 faixas que misturam sucessos do Brasil e dos Estados Unidos, o projeto Legacy and Alchemy traz canções imortais em formatos repaginados e únicos

Hoje, dia 21 de junho, o Consulado dos Estados Unidos e o projeto “Legacy and Alchemy” se unem em um show especial para contemplar a música brasileira, além do aniversário de 60 anos da Bossa Nova.

O compositor e cantor brasileiro Ivan Lins descreve as composições brasileiras como “música total”, uma mistura de jazz, “brasilidade”, etnia, instrumentalidade e voz, enfim, completamente moderna.

Em outras palavras, ela tem a capacidade de agrupar “muitos mundos”.

Sendo assim, no ano do 60º aniversário da Bossa Nova, o CEO da Legacy and Alchemy, Robert Hebert, inspirou-se em homenagear o grande legado da música brasileira e celebrar seu lugar no mundo.

A mistura de musicalidade em um projeto inédito

Esse espírito de “totalidade” é a essência do CD duplo “Alexandra Jackson: Legacy & Alchemy”, que contem 18 faixas.

O projeto inédito e de colaboração brasileiro-americana foi idealizado e produzido por Hebert com o co-produção de Larry Williams.

Desse modo, traz a herança da música brasileira e suas lendas com a voz singular e aveludada da cantora Alexandra Jackson.

Assim, o álbum apresenta canções exclusivas com renomados artistas americanos, como Miles Davis e Al Jarreau, Rod Temperton.

Também estão no projeto nomes ilustres do País, entre eles Antonio Carlos Jobim, Oscar Castro-Neves, Dona Ivone Lara, Ivan Lins, Carlinhos Brown, Banda Black Rio, Leis de Hubert, Siedah Garrett, Daniel e Paulo Jobim.

Earth, Wind & Fire, Larry Dunn, Al McKay e uma variedade de músicos colaboram nessa mescla de miscigenação harmônica entre brasileiros e norte-americanos.

E tudo com a liderança vocal de Alexandra, resultando em um trabalho que documenta as riquezas musicais do Brasil e dos Estados Unidos.

Hebert escolheu as faixas de forma minuciosa, ressaltando grandes canções que não tinham exposição à altura do seu merecimento.

“Os níveis mais altos da música brasileira e do jazz americano sempre repercutiram, entretanto, criamos uma alquimia inusitada dessas músicas com o objetivo de perpetuá-las”, conta Robert.

A criação do projeto e sua trajetória de sucesso

Foram três anos de gravações em diversas cidades dos Estados Unidos e no Rio de Janeiro, contando com a participação de mais de 150 artistas.

Desse modo, “Alexandra Jackson: Legacy & Alchemy” já está conquistando seu público.

Tanto que a composição “All One” está no “Top 30” na Billboard Smooth Jazz Chart.

“Sonho Meu”, de Dona Ivone Lara, “Corcovado”, de Tom Jobim, assim como “Anjo de Mim”, de Ivan Lins, também estão no álbum.

Atualmente, a doce voz de Alexandre está em 150 estações de rádio no mundo, além do registro de cinco canções do projeto apresentados em canais Sirius XM, incluindo Latin Jazz, Beyond Jazz, Fusion e Friday Fusion.

“Há uma razão pela qual a música brasileira ressoa em todo o mundo: sua musicalidade, a influência do samba e a elegância irônica da Bossa Nova transitam entre os sentimentos humanos e a sofisticação”, opina Hebert.

Segundo o diretor do projeto, a ideia é reintroduzir esse grande legado de ele onde parou, por volta dos anos 1960, em que o estilo popular ganhou mais forças.

“Afinal de contas, requinte da boa música jamais pode ser perdido”, finaliza.

Serviço:

Legacy and Alchemy – www.legacyandalchemy.com

(Assessoria de Imprensa: Priscilla Silvestre)

Dona Ivone Lara morre aos 97 anos

Dona Ivone Lara morre aos 97 anos

A sambista Dona Ivone Lara, 97 anos, morreu de insuficiência cardiorrespiratória na noite desta segunda-feira (16), no Rio de Janeiro. Ela estava internada desde sexta-feira (13), quando fez aniversário, no Centro de Tratamento e Terapia Intensiva (CTI) da Coordenação de Emergência Regional (CER), no Leblon. Dona Ivone Lara vinha apresentando um quadro de anemia e precisou receber doações de sangue.

Seu estado de saúde já era bastante grave. Ela deu entrada na unidade por causa de uma uma infecção renal, com complicações causadas pela idade.Vale lembrar que Ivone Lara é autora da musica “Sonho meu”, que estourou n as paradas de sucesso com Maria Bethania e Gal Costa.

Por: Marcelo Marduttis