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Gaybriel anuncia clipe para a dançante “Falta de Taka”

Gaybriel anuncia clipe para a dançante “Falta de Taka”

Senta, dá play e deixa o corpo rebolar. O cantor maranhense Gaybriel se prepara para o lançamento do clipe de “Falta de Taka”. A música, lançada nas plataformas de streaming em setembro, ganha registro audiovisual coroando a ótima fase na carreira do cantor. Terceiro single autoral do artista, “Falta de Taka” coroa mais uma faixa de destaque do cantor, que vêm ganhando amplitude tanto no Maranhão quanto em outros estados, como São Paulo.

Cada vez mais no hype, o artista mostra sua vertente regional na faixa e explica o significado de “taka”, expressão utilizada no meio LGBTQIA+. “Esse trabalho carrega uma parte bem mais honesta sobre mim do que os outros trabalhos, fala de vivência e a necessidade de se sentir livre e mostrar pras pessoas que ninguém manda em mim. A música é libertadora e eu não esperava ser tão abraçado com a música. A composição vem de uma reposta a todos aqueles que ainda tem um pensamento arcaico sobre ser ‘gay’ associar que o individuo é LGBT porque faltou ‘taka’ faltou porrada, faltou ser castigado pelo seu comportamento. ‘Isso é falta de taka’ é uma expressão bem famosa de onde eu venho que até então nem sabia que era uma expressão regional de fato qualifica como “falta de surra, porrada”, enfim… É muito falado pelos mais velhos associando que aquele comportamento inadequado só existe porque a criança não foi corrigida com uns bons tapas antes. Mas quem não levou uns bons tapas de seus pais por alguma danação, não é mesmo?”, explica Gaybriel.

Foto: Divulgação

Dando voz e imagem aos seus trabalhos, Gaybriel é um artista completo. Envolvido desde a concepção de uma nova faixa até a direção de seus clipes, o cantor comenta sobre os pensamentos de seus trabalhos. “Eu escrevo uma música já pensando no videoclipe. Eu sou fotografo há 8 anos e sempre estou estudando novas estéticas, buscando referencias visuais, e deixando meu trabalho a minha cara e bem divertido. Estar em todas as áreas do meu trabalho desde escrever a música, pintar meu cabelo e carregar a sacola no sol de meio dia faz eu ser o artista que eu sou”.

Artista visual, Gaybriel fala sobre o pensamento da valorização da cultura regional. Nascido em São Luís, no Maranhão, fala sobre o fato de o brasileiro, em grande parte, ser “ensinado” a consumir um estilo de vida dos Estados Unidos. “Para mim falar sobre a minha essência é muito importante. Como artista e pessoa cresci consumindo o patriotismo americano e consumindo e alimentando um sonho de estar lá e não valorizava o que estava em minhas mãos. Minha cultura é super rica e sou apaixonado pelas expressões e pela arte que vive em minha cidade e isso hoje em dia é algo que carrego comigo como inspiração. Quando eu percebo estando fora da minha cidade que algumas palavras que eu falo as pessoas não entendem eu me sinto especial e brinco com isso sempre nas minhas composições. O Maranhão é tudo”, revela o artista.

Foto: Divulgação

Como grande parte dos jovens gays no Brasil, Gaybriel iniciou seu processo criativo após sofrer bullying na escola. Seu nome de trabalho, inclusive, surgiu como uma forma de levar ofensas a outro nível, a ponto de superá-las mostrando o quão acima estava. “’Gaybriel’ era como os meninos da escola me chamavam para fazer bullying comigo. Fui uma criança muito ‘viada’. Cresci fazendo teatro e as pessoas apontavam para mim dizendo que o que eu fazia não era ‘coisa de homem’. Foi um grande caminho até aqui, mas eu decidi carregar esse nome pra cada dia ter mais coragem de enfrentar a sociedade sendo quem sou, mas esse é o só o começo”, desabafa Gaybriel.

O clipe de “Falta de Taka” estará disponível no canal do artista no YouTube nesta quarta-feira, dia 23.

Sobre Gaybriel:

Aos 24 anos, Gaybriel começou a se entender enquanto artista aos 11 anos, quando se deparou com um dos projetos musicais mais icônicos da história, a “The Confessions Tour”, da Madonna. A partir daí, se entendendo enquanto criador, começou a escrever faixas em inglês.

Irmão do cantor Yhago Sebaz, Gaybriel tem uma relação muito íntima com a música. Fotógrafo de carreira e formado em Publicidade e Propaganda, o artista mostra que em sua veia pulsa sentimento, todos canalizados para a criação de seu trabalho autoral.

Com influências musicais que vão desde Madonna a Cacuriá de Dona Teté, um ritmo bastante regional do Maranhão, Gaybriel faz uma mescla transformando música em arte e arte em música, tendo como grande diferencial sua assinatura visual. O artista assina todos os clipes de sua carreira e mostra que as diferentes vertentes de seu trabalho podem mostrar algo muito rico em relação às suas raízes.

BĒ lança “Bromance”, primeira faixa em inglês onde assume bissexualidade

BĒ lança “Bromance”, primeira faixa em inglês onde assume bissexualidade

O que deveria ser uma viagem de inspiração se tornou, na verdade, um arauto de emoções. Em uma viagem à Europa, em fevereiro, onde esteve em Londres e Amsterdã, o cantor BĒ, refletindo sobre seu trabalho na música, decidiu ir além e mostrar sua verdadeira face. Pleiteando espaço na indústria, percebeu como a cultura funcionava em países com realidades tão diferentes do Brasil. Desta maneira surgiu “Bromance”, música autoral em inglês onde o artista fala abertamente sobre sua sexualidade. 

Para falar sobre o tema, o cantor, que apresenta a faixa sob selo Warner Chappell Brasil, com distribuição pela ONErpm, maior empresa de distribuição musical do mundo, decidiu ir além e, olhando a arquitetura de Londres, no Reino Unido, que inspirou uma de suas maiores paixões, o reino de Harry Potter, surgiu “Bromance”. 

“Bromance” é uma palavra que surge dos nomes “brother” (irmão/amigo, em inglês) e “romance”, que seria como uma paixão justamente por um amigo. No Brasil, o termo “brother” é usado com a mesma finalidade, como vocativo para um amigo muito próximo, que quase chega a ser um irmão. A partir desta premissa, BĒ começa a relatar um amor fraterno que se transforma em amoroso. 

“É, não apenas um novo momento da minha vida, como um sentimento de libertação. Demorei muito tempo para me entender e quero que todos possam ver a minha verdade”, revela BĒ.

A música chega disponível em todas as plataformas digitais e acompanhada de lyric video dedicado, divulgado no canal do artista no YouTube. 

O lançamento do novo single marca um momento importante para o cantor, que estreou um nova logo. Seguindo a tipografia tradicional do artista, a reestilização fica por conta das cores da bandeira do Orgulho Bissexual ao fundo.

“Eu acho que todo mundo dever ser livre, e é por isso que eu estou usando minha música e meu trabalho para me libertar e mostrar para todos quem eu sou. Não apenas em busca de entendimento, mas para levantar uma bandeira que é muito criticada mesmo no meio LGBTQI+. Vamos quebrar paradigmas”, relata o cantor. 

Criada por Michael Page em 1997, a bandeira do Orgulho Bissexual traz em seu símbolo a ideia de integração semelhante à já conhecida e difundida “Bandeira do Arco-íris”, como é conhecida a bandeira LGBT, e traz a cor magenta no topo, azul royal ao final e um toque sombrio de lavanda ao centro. 

“Muitas pessoas não conhecem essa bandeira, até mesmo no meio LGBTQI+, então a ideia é realmente difundir esse conceito e mostrar que as pessoas devem ser livres. Eu estou me libertando”, assume BĒ.

O novo lançamento do artista tem tudo a ver com essa ideia. Falar de sexualidade não é fácil, mas o artista entende que é o momento de passar o máximo de sua verdade para o público. “Estou prestes a fazer algo que eu jamais imaginei, mas nesses dois anos de carreira pude aprender muito sobre mim, sobre minha música e sobre o mundo e eu quero que todos conheçam o verdadeiro BĒ”, diz o cantor, que promete revelar o nome da faixa nos próximos dias. “Pela primeira vez eu posso falar que fiz tudo do meu jeito, como eu queria. Entrego tudo de mim nessa nova música”. 

A canção irá explorar lados ainda desconhecidos por BĒ. De autoria do próprio artista, a música traz um marco em sua carreira antes mesmo do lançamento oficial. 

“É legal sempre trazermos ideias diferentes, mas como eu vou fazer algo em que eu não acredito? Então a partir de agora pretendo ser 100% fiel a mim mesmo e promover o que eu amo. Cantar aquilo que eu acredito, e não o que os outros querem, apenas”, desabafa BĒ.

Ouça “Bromance”:

Clara Valverde se joga no pop com “A gente faz”

Clara Valverde se joga no pop com “A gente faz”

Ela é doce e firme, assim como sua voz. Talentosa e determinada como uma boa capricorniana. Canta as dores e as curtições das formas contemporâneas de amar. Talvez ela já tenha te arrebatado com seu ” Samba do moço bonito” ou com “Baby, essa não é pra você” em alguma playlist do Spotify. Ou talvez você a conheça por algum dos seus vídeos no Youtube.

Seu nome é Clara Valverde, paulistana de 24 anos que debutou na indústria fonográfica ano passado com quatro faixas. Sua poesia simples, cotidiana e linhas melódicas interessantes fizeram com que suas canções se espalhassem. A primeira delas, já ultrapassa 1 milhão de plays no Spotify e o nome de Clara tem se consolidado cada vez mais como uma das grandes promessas da música nacional.

Suas referências começam pela MPB e Axé Music, passam por Britney Spears, Kate Perry, Rihanna e chegam em Céu, Silva e Rosália. “Cresci numa casa onde eu e minha mãe ouvíamos muita coisa diferente. O som ia facilmente de Araketu a Enya”, lembra a cantora.

Clara vem mais pop no seu primeiro álbum completo, mas sem deixar de lado a brasilidade que enriquece sua música. Prova disso é o single ” A gente faz”, que Clara lança próximo dia 25 através da Ditto Music. Composta por ela em parceria com Marianna Eis, a canção foi produzida por Pedro Sarapicos e Josefe, que participa da faixa. O single joga Clara na pista. “Você pinta o sete, sei que as vezes me esquece, só que quando eu apareço, você volta a me querer”, diz um trecho.

“ ‘A gente faz’ é uma das principais faixas do disco e a que me mostra mais diferente de tudo que fiz até agora. É a mais dançante, mais pop. É a música certa pra chegar com o pé na porta mostrando o que está por vir”, revela a cantora. Um clipe dirigido por Stefano Loscalzo acompanha a faixa. Nele, Clara se apaixona, se entrega e se diverte com o entregador de pizza vivido por Josefe.

Sobre o álbum com previsão de lançamento para este ano a cantora adianta: “Acho que ele sai daquela carinha de Nova MPB e vai para um outro caminho com influências importantes para mim que ainda não tinha trazido para minhas músicas autorais”, diz. “Ele tem totalmente minha cara, afinal participo de todo processo desde as composições até as mixes”, antecipa.

Veja o clipe de “Se Joga”:

Zezé defende filha” antes de Anitta existir, Wanessa já era sucesso “

Zezé defende filha” antes de Anitta existir, Wanessa já era sucesso “

Em seu novo single “Mulher Gato” A cantora Wanessa Camargo, foi acusada por internautas de tentar “imitar” a funkeira Anitta. Não demorou muito o sertanejo Zezé di Camargo saiu em defesa da filha Wanessa.

O cantor respondeu a seguidora e disse que “antes de Anitta existir, Wanessa já era sucesso e gravava esse tipo de música”. “Então a Wanessa imita a Anitta, que imita a Beyonce, que imita a Madona…todas que cantam nesse estilo vão parecer imitações”, afirmou Zezé. Wanessa tenta se consolidar na carreira musical há anos, transitando pelo sertanejo, country e agora embarcou de vez na música pop. A própria artista admitiu que se inspira em outras mulheres, como Anitta, Sandy, Ivete Sangalo e tantas outras.

Vale lembrar que Anitta, inclusive, ficou do lado da filha de Zezé e se pronunciou sobre o assunto. A carioca confessou que ouvia Wanessa na infância e cresceu sendo sua fã. Mas Anitta ainda fez questão de pontuar: “More…não estou te chamando de velha (na verdade queria eu daqui a 11 anos portar essa beleza e juventude”.

Por: Marcelo Marduttis

Confira os artistas e bandas internacionais que irão se apresentar no Brasil no primeiro semestre de 2018

Confira os artistas e bandas internacionais que irão se apresentar no Brasil no primeiro semestre de 2018

O ano de 2018 mal começou e já tivemos grandes nomes da música internacional no Brasil, Foo fighters, Phil Collins e Katy Perry, que fez seu ultimo show no país ontem. Mas diversos outros nomes estão confirmados pra esse ano ainda.

Os americanos do The Neighbourhood fazem show dia 21 de março, quarta, no Cine Joia em São Paulo. Os ingressos vão de R$115 a R$230.

(Foto Divulgação)

A dupla britânica Royal Blood  se apresenta dia 22 de março, no Cine Joia em São Paulo em uma das Lolla Parties. Os ingressos custam de R$115 a R$230.  A dupla também abrirá o show do Pearl Jam no Rio de janeiro dia 21 de março, no estádio do maracanã.

(Foto Divulgação)

O grupo Imagine Dragons se apresenta dia 22 de março no Rio de Janeiro. Os hits mais conhecidos do grupo, são: “Demons” e “Radioactive”. Os ingressos vão de R$160 a R$620. O grupo também se apresentará no Lollapalooza, no dia 24 de março.

(Foto Divulgação)

A Banda Pearl Jam que a mais de 25 anos, arrasta um multidão pros seus shows, tem apresentação marcada no estádio do maracanã dia 21 de março, a banda também se apresentará no Lollapalooza Brasil, no dia 24 de março. os ingressos custam a partir de R$ 400. O vocalista da banda, Eddie Vedder, fará ainda algumas apresentações solo nos dias, 23, 24 e 25 de março  em São Paulo. Os ingressos variam entre R$ 180 a R$ 880.

(foto: Danny Clinchlow/Divulgação)

O festival Lollapalooza 2018 vai acontecer nos dias 23, 24 e 25 de março, no autódromo de interlagos. O evento conta com um line up com mais de 100 atrações. os ingresssos para os dias 24 e 25 de março já foram todos vendidos. só restam alguns ingressos pra sexta feira dia 23/03. As principais atrações do festival são: Lana Del Rey, Imagine dragons, Pearl jam, Red hot chilli peppers, the killers, The Neighbourhood.

(Foto Divulgação)

 

O Gorillaz se apresenta pela primeira vez no Brasil dia 30 de março no Jockey Club de São Paulo.  Ingressos a partir de R$140.

(Foto Divulgação)

 

O cantor Enrique Iglesias faz apresentação única no Brasil dia 5 de abril, em São Paulo, no Espaço das Américas. Os ingressos vão de R$160 a R$480.

(Foto Divulgação)

A norte-americana Demi Lovato trará a turnê de seu último disco ”Tell Me You Love Me”  ao Brasil e se apresentará  Em São Paulo, 15 de abril, Olinda, PE 17 de abril, Fortaleza 19 de abril e Rio de Janeiro 21 de abril. Os ingressos vão de R$90 a R$580.

(Foto Divulgação)

 

CeeLo Green volta ao Brasil para uma série de shows  com a cantora Iza. Ceelo Green passará por  São Paulo, dia 29 de abril, Rio de Janeiro, dia 1 de maio e Porto Alegre, dia 3 de maio. Os ingressos vão de R$50 a R$200.

(Foto Divulgação)

 

O cantor Ozzy Osbourne traz a sua turnê de despedida para o Brasil e passará por quatro cidades brasileiras. O primeiro show acontece em São Paulo, 13 de maio.  Curitiba, dia 16 de maio. Belo Horizonte, dia 18 de maio e  Rio de Janeiro, dia 20 de maio.  Os ingressos de R$130 a R$680.

(Foto Divulgação)

 

Harry Styles, vem ao Brasil para dois shows um no Rio de Janeiro, dia 27 de maio, e outro em São Paulo, dia 29 de maio. O músico, que está em carreira solo, após o grupo ”One Direction” dar uma pausa,  vem com a turnê do seu disco de estreia. Os ingressos para o show de São Paulo, estão esgotados.

(Foto divulgação)

 

Segundo o jornalista José Roberto Flesch, do jornal Destak, a Banda Simple Plan se apresentará no Brasil no mês de maio, a informação ainda não foi confirmada pela banda, então aguardemos mais informações.

(Foto Divulgação)

 

A Banda australiana 5 seconds of summer, fará um show em São Paulo no dia 06 de junho. O ingresso custa R$ 380 a pista.

(Foto Divulgação)

 

Tem ainda diversos outros shows confirmados ainda pra esse semestre e mais vários outros que serão anunciados, então preparem os bolsos pra curtir os shows de seus grupos e artistas favoritos.

 

Por: Rodrigo Almeida